Assessoria de Comunicação – Comércio
O Dia das Crianças promete movimentar o comércio no Paraná, com consumidores atentos à qualidade e preço dos produtos. É o que mostra a sondagem da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR) e do Sebrae/PR, segundo a qual 65,2 por cento dos paranaenses já estão se preparando para comemorar com presentes. Em média, cada comprador deve presentear de duas a três crianças.
Os pais continuam sendo os maiores responsáveis pelos presentes, representando 54,5 por cento dos compradores, seguidos por tios, avós e demais familiares (52,5 por cento). Padrinhos e madrinhas não ficam de fora, com 8,3 por cento de participação. Já 5,4 por cento das pessoas que vão comprar presentes não têm parentesco direto com as crianças.
VALOR DO PRESENTE
Este ano, o tíquete médio dos presentes subiu 6,6 por cento e deve ser de R$ 154,38. A maior parte das compras (32,1 por cento) será de presentes com valor de até R$ 100,00. Segundo o coordenador de Desenvolvimento Empresarial da Fecomércio PR, Rodrigo Schmidt, o Dia das Crianças é considerado a terceira data comemorativa mais importante para o varejo, em volume de vendas.
“É positivo observarmos que o valor médio dos presentes aumentou em 6,6 por cento neste ano, mostrando que, mesmo em tempos de desafios econômicos, os paranaenses estão dispostos a investir mais nas comemorações do Dia das Crianças. Esse aumento reflete também a valorização da qualidade dos produtos, especialmente dos brinquedos, uma vez que esses itens receberam mais de 75 por cento das intenções de compra”, reitera.
TIPOS DE PRESENTES
Criança gosta mesmo é de ganhar brinquedo, que continuam sendo os prediletos. A preferência por eles aumentou, passando de 69,6 por cento no ano passado para 75,2 por cento este ano. Roupas e calçados – sempre úteis na visão dos pais –, seguem em alta, com 29,8% dos entrevistados optando por eles. Jogos educativos estão ganhando espaço, subindo de 5,3 por cento para 7,4 por cento. Os eletrônicos também estão em alta, especialmente entre as crianças mais velhas, saltando de 2,4 por cento para 5 por cento.
A maioria dos adultos (69 por cento) decidirá sozinha o que comprar, mas 21,9 por cento consultam as crianças e 8,7 por cento preferem fazer uma compra conjunta.
Ainda, a pesquisa indica que qualidade do produto, preço e atendimento são os principais influenciadores na compra. Aliado a isso, a coordenadora de Comércio e Serviços do Sebrae/PR, Suelen Pedroso, destaca que estratégias preparadas para atender o público, seja no presencial ou no digital, podem atrair o cliente de forma mais assertiva.
“É importante que os empreendedores pensem em estratégias para os canais de venda em que estão presentes e identifiquem oportunidades. Uma tendência do momento no mercado infantil é a personalização. Pensar em produtos que coloquem a criança numa posição de protagonismo, carrega um encantamento único. Um presente interativo, por exemplo, pode gerar um momento de aproximação com todos os familiares e criar uma conexão com a marca”, comenta.














































































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