Antonio José – Da Editoria
Campo Mourão tem vários terrenos vazios no centro da cidade, que compreende a área entre as avenidas Afonso Botelho e Jorge Walter e entre a Rua Santos Dumont e a Av. Miguel Luiz Pereira. A Reportagem do Jornal O LIBERAL fez um levantamento minucioso esta semana e, além do número grande de terrenos vazios sem edificação, constatou ainda terrenos com matagal, entulhos, com muros quebrados ou sem muros. Tudo isso pode vir a gerar danos a população, desde a proliferação de doenças, ao uso de entorpecentes, assaltos e outros tipos de crimes.
Estes terrenos têm grande parcela de culpa nos casos de dengue que Campo Mourão registra todo ano, pois o centro da cidade sempre foi um dos maiores pontos de proliferação do mosquito da doença. Locais assim são propícios também para o uso pela marginalidade, que pode acontecer desde assaltos, como também servirem como depósitos de mercadorias roubadas, isso para pormenorizarmos apenas dois exemplos.
O espaço central de uma cidade de progresso é disputado por empreendedores que, buscam uma melhor localização para suas empresas, visando um aquecimento nas vendas, em um local estratégico e de fácil acesso aos seus clientes. Analisando por este prisma, o progresso não chegou ainda por aqui – e não adianta reclamar do que escrevemos, pois, apenas estamos relatando fatos. Em Campo Mourão há terrenos até de esquina, em área nobre, completamente abandonado, pelo seu proprietário.
Este problema é um dos grandes desafios do prefeito Douglas Fabrício, que pode e deve fazer alguma coisa. Importante deixarmos claro, que não fazemos críticas a um gestor público antes de seis meses de governo.












































































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