Dúvida I
Porque só a função de vereador tem diária e assessor? Deveriam instituir isso em tudo quanto é cargo, público ou não. O vendedor de picolés, por exemplo, poderia deixar o seu assessor trabalhando e ir ver como está a atuação desta profissão em São Paulo. Já imaginou que bacana!
Dúvida II
Ah, não venham criticar o CATA-VENTO dizendo que a comparação não tem nada a ver, que é puro preconceito isso. O sorveteiro é tão digno quanto o vereador. Ou será que não é?
A briga I
O Antonio José estava com quatro dedos da mão direita machucados, bem em cima das juntas e isso foi motivo pra muitas perguntas, de seus amigos sobre o que tinha acontecido. O Antonio José que não perde uma oportunidade de sacanear as pessoas, respondia: “não dá pra imaginar… foi um murro que eu dei na cara de um palhaço aí”!
A briga II
Uns davam risada e não acreditavam, pois sabem que o homem é de paz, outros mais desavisados acreditavam e queriam saber mais detalhes, enfim. O curioso vem agora…!
A briga III
Ele apareceu com um baita galo na testa, bem vermelho e saltado, daí foi inevitável. “Bateu, mas também levou né?” Comentavam as mesmas pessoas!
A briga IV
Vamos entregar a briga agora. O Antonio José machucou os dedos mexendo um frango caipira que estava cozinhando em um domingo, como a panela de pressão era nova e ele pegou uma colher pequena, bateu a mão nas bordas e foi assim, a vingança do frango!
A briga V
Dias depois, após ter passado a noite inteira trabalhando para fazer uma edição do Jornal O Liberal, não viu a parede na frente e arrebentou a testa nela. Brigou sim, com a panela e com a parede!
Um orgulho
Sentimos orgulho desta página, no sentido bacana da palavra, sem falsa modéstia mesmo, ou se preferir, nobre leitor, modéstia às favas. O Editorial desta edição está primoroso, leia!
É um problema
Já que estamos falando das Colunas de Opinião desta página, a Tristeza da Foto exerce um fascínio em nossos leitores, alguns nos param nas ruas para dar sugestão ou saber qual vai ser a próxima. Tudo isso claro, até quando o assunto não é o próprio, daí a coisa azeda e a crítica a Tristeza e ao nosso trabalho é tamanha. Faz parte!
Recado
Unidos pelo sangue, pela leitura saudável e divertida de uma Coluna que encanta. Um salve para os leitores do Cata-Vento, de forma especial para os irmãos: Francisco e Antônio José Pequito, Nadiel e José Pereira, Newton e Odilon Leal, Karla e Marla Tureck, Chitãozinho e Xororó e Tico e Teco!
Pra pensar
Quando você está na fila do banco e aceita fazer o serviço para um amigo que lhe pede, os dois (o amigo e você) estão passando na frente das pessoas. Isso é falta de respeito, a pressa não justifica, já que quem está na fila também tem seus afazeres e a pressa é a mesma!
É Permitido Sonhar…!














































































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