Assessoria de Comunicação – Sindicato Rural de Campo Mourão
A V Feira do Agronegócio, Tecnologia e Inovação (FATI), que Campo Mourão realizou nesta quinta e sexta-feira, registrou recorde de público e os resultados alcançados com a vasta e diversificada programação superaram todas as expectativas. Na avaliação dos organizadores, a meta de apresentar ao produtor rural novas tecnologias e soluções sustentáveis aplicadas ao agronegócio foi plenamente atingida.
Outro ponto destacado pelos organizadores foi a sediação de eventos de relevância estadual, como o Ideathon Faep e o Agro Fórum, com a participação de autoridades estaduais e federais, além de lideranças paranaenses do setor do agro. A realização de sessão especial do Legislativo Estadual, dentro do projeto Assembleia Itinerante, trouxe 14 deputados à cidade A programação incluiu ainda o lançamento da 30ª Festa Nacional do Carneiro no Buraco – prato tipico de Campo Mourão -, que será realizada de 10 a 13 de julho, no parque de exposição Getúlio Ferrari.
A marcante presença de produtores rurais de todos os portes, não apenas de Campo Mourão e da região, mas também de outras localidades, é igualmente comemorada. Cerca de 35 empresas participaram do evento (aproximadamente 80 por cento da cidade) e um grande público passou pela feira.
Acentuam os organizadores que o evento já se consolidou como um dos principais encontros do agronegócio no Paraná, projetando-se por promover debates sobre inovação, sustentabilidade e crescimento econômico na agricultura.
Os visitantes participaram também de exposições de novas tecnologias e conheceram inovadores equipamentos agrícolas e soluções digitais para o campo, proporcionando oportunidades de networking e capacitação.
AVALIAÇÃO
Fernando Mizote, coordenador da Câmara Temática do Agro no Conselho de Desenvolvimento Econômico de Campo Mourão (Codecam), explica que a FATI surgiu com o intuito de trazer para os produtores rurais locais e da região o que há de mais atual nas práticas de manejo, tecnologia, proporcionando sustentabilidade ambiental e também financeira a esses empreendedores. Dois pontos nesse processo são acentuados pelo dirigente: otimização da produtividade e economia de insumos.
Jairo Martins de Quadros, gerente geral do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – IDR-PR (instituição parceira na realização da FATI), também avalia positivamente a recente edição do evento por conectar os elos da cadeia agropecuária. Ele acentua que a feira consolidou-se por aproximar produtores, fornecedores, pesquisa, instituições de ensino e fomento à inovação agropecuária, facilitando a troca de experiências e gerando negócios e desenvolvimento econômico.
Entre as atividades desenvolvidas ao longo dos dois dias, Jairo Quadros chama a atenção para a relevância e atualidade dos temas abordados nas palestras setoriais, proferidas por especialistas de renome. Também destaca a realização da Rodada de Negócios, que se constitiu em uma ação já pensando no pós feira.
Participaram dezenas de empreendedores rurais do Município e da região que produzem diversos produtos, além de cooperativas de agricultura familiar, com representantes de grandes redes de supermercados e de pequenos mercados. “Tem muita coisa sendo produzida na região que a nossa população não sabe. Por exemplo, a produção de café gourmet, de Gin em São João (perto de Barbosa Ferraz) e de rosas em Araruna, que são comercializadas em várias regiões do Brasil”, acentua Fernando Mizote.
Outro integrante da comissão organizadora da V FATI, César Bronzel (que é presidente do Sindicato Rural de Campo Mourão), enfatiza que esta região tem uma produção altamente tecnificada “não apenas em termos de maquinários, mas também no que diz respeito a biotecnologia, por exemplo”. Ele acrescenta ainda que esse cenário de vanguarda, aliado a dedicação e boa gestão por parte dos produtores, é responsável pelos elevados índices de produtividade que projetam a região. E a FATI é um evento que não apenas expõe essa realidade, mas que constitui-se em importante espaço de networking, com a difusão de técnicas e experiências, mas também de discussão na busca de soluções para demandas do setor”, frisa César Bronzel.













































































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