20/07 - 07:00 Hr
Síntese - Antonio José
O gênio Eugênio e o livro na fila do banco
Fui ao Banco Itaú na sexta-feira à tarde para fazer o depósito para a impressão da edição do O Liberal, e lá uma situação interessante rendeu a Síntese, que relato a você agora meu(minha) estimado(a) leitor(a). Quando cheguei à fila do banco, já estava por lá o professor e grande amigo, José Eugênio Maciel, faz um tempinho que não o via e percebi que está mais magro, um pouco mais calvo – o calvo é para sacanear mesmo –, e sempre elegante.

Até aí tudo bem, o curioso é que ele estava lendo um livro enquanto esperava a sua vez de ser atendido. Olhos fixos no livro, caminhava na fila quando era “despertado” com o barulho eletrônico que chamava o próximo cliente, tudo isso sem levantar os olhos, lendo literalmente, se é que cabe a palavra literalmente quando alguém está lendo um livro, acho que é redundância, mas vamos em frente.

O professor Maciel, que costumo dizer que é um gênio até no nome, caminhou do meu lado praticamente 30 minutos até ser atendido e não me viu. Claro que fiz questão de observá-lo sem dizer uma palavra, até para ver se ele falaria comigo. Nada, para minha surpresa, ou talvez eu já sabia disso. Maciel de deliciava com sua leitura, virava a página com esmero e viajava no mundo da literatura. Nunca uma fila de banco foi tão prazerosa, para ele claro, para mim foi um saco!

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